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Rapsódia em Desgosto

                Como um antigo rapsodo                 me perco e me encontro declamando, louco                 todas os poemas possíveis.                   Na solidão saudável                 dentro de quatro paredes visíveis                 vago em minha escuridão                 procurando alguma estrela...                 Igual a um poema errante e defectivo    ...

Um brinde!

Saiba que, mesmo se eu não te ligar e passarem muitos dias se forem anos e anos de silêncios teu telefone tocar, te chamando minha voz não soar em teu ouvido... Eu sempre vou me lembrar de você. Quando de manhã, depois de acordar você olhar o tapete atrás da porta da sala e no meio de cartas e contas espalhadas não encontrar notícias minhas, saiba o que é certo: Eu sempre vou pensar em você. Nestes dias quentes de sol à pino em que vais aos bares modernos sejam sextas, sábados ou domingos regados à cerveja, rock’n roll e amigos você se encontrar sentada em uma dessas mesas e pensar que também eu ali poderia estar... Não deixe o tempo fechar, chovendo lágrimas em teu coração. Pense que eu talvez esteja longe, noutros cantos, outros bares, bebendo numa mesa daquelas, com uns amigos pensando que você poderia estar aqui comigo. Enquanto eu viver, me lembrarei de você, e me lembrando, vou beber, beber e beber... Sempre pensando em você. Lembrando, bebendo...

Minha cahorra

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Chegou um dia suja e amedrontada. Há muito tempo estava sem cuidados. Assim que a vi me apaixonei por ela. Instantâneo sentimento entre nós brotou. Eu estava tão sozinho e sem amigos. Não podia ter encontrado uma melhor. Ela me amou e nada me pediu em troca.